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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Ouvir. Pensar.

Esta semana recebemos a Ana Mourato na nossa escola para nos perdermos nas suas palavras e emoções com a sua capacidade para contar histórias. 

"Contar histórias a um público bebé é uma experiência social, é uma atividade criativa, expressiva, que envolve a imaginação e a relação interpessoal. O livro para a infância cumpre um papel de continente da relação entre o mediador da palavra e o bebé, permitindo, através da proximidade física e sensorial, pequenas aprendizagens do foro cognitivo e relacional proporcionando paralelamente sensações de conforto e segurança, fatores essenciais neste início de percurso desenvolvimental. A abordagem do livro implica uma forma mais complexa de comunicação, o seu vocabulário é mais amplo, e este, associado à imagem e aos processos de descoberta e de interação que as obras propõem, torna-se um precursor excelente e um ótimo suporte para o desenvolvimento da linguagem e para a promoção da literacia."

Mais do que ouvir a Ana, as crianças envolveram-se na história e participaram com perguntas, interjeições e muitas gargalhadas. 


A sua expressividade e encantamento cativaram-nos desde o primeiro segundo e cada história ouvida foi um momento de puro prazer. 


Este atelier permitiu que cada criança usufruísse de um momento de prazer, de relação e comunicação através do livro. Com base no suporte material e no mote dado por alguns sons foram nos apresentadas dois livros acompanhados por diferentes recursos criativos que deliciaram todos os que assistiam. 

sábado, 20 de janeiro de 2018

Tuna Sabes?

A nossa querida professora de Música, Margarida Barros, pertence à tuna da Escola Superior de Educação de Lisboa, a Tuna Sabes. "A Tuna Sabes nasceu no dia 17 de novembro de 1994. A Sabes é uma tuna mista constituída por estudantes dos vários cursos da Eselx, Animação Sociocultural, Artes Visuais e Tecnológicas, Educação Básica e Música na Comunidade, em que abundam os elementos femininos e escasseiam os masculinos." in site Tuna Sabes. 

A Tuna Sabes veio à escola e fez as delícias de miúdos e graúdos. Foi um manhã culturalmente rica em que ficámos todos a conhecer um pouco mais a professora Margarida. 



Obrigada à Tuna Sabes por esta partilha musical. 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Mozartini

 Na sexta-feira tivemos a nossa primeira visita de estudo. Sentimos tudo com grande entusiasmo. O passeio de autocarro, o andar na rua lado a lado e depois a melhor peça musical de sempre. Que maravilha! 




Partilhámos autocarro com as salas da Mariana e Marta Reis. Assim que saímos da escola, sentimo-nos seguros com as crianças mais velhas a darem-nos a mão. A chegada à Casa do Artista também aconteceu de forma pacífica e tranquila. Esperámos um pouco na entrada do teatro e depois entramos para a sala de espectáculos. As cadeiras ficavam para trás, o nosso lugar era no palco bem juntinho às atrizes/cantoras. Aquela proximidade foi tão importante. Assim que começámos a descer as escadas, com a ajuda de todos os trabalhadores da casa do artista, fomos logo recebidos pela Marta e pela Sandra com um sorriso e um acenar. Este primeiro contacto foi fundamental para transmitir a segurança necessária à nossa subida para o palco. 


E depois o espectáculo começou: Ao som de Mozart, entre sinfonias e árias mágicas vimo-nos embalados pela voz da Marta e pelas expressões maravilhosas da Sandra. Rimo-nos com as brincadeiras do Papageno e da Papagena. Sonhámos e quase dormimos com a música que soava pela sala. Acompanhámos com palmas, com o bater dos pés ou das mãos no chão os diferentes andamentos das melodias. Tudo foi mágico, tudo foi perfeito!


No final, depois de tantas pequenas interações, de tanta música, de tanta magia, fomos convidados a brincar com os materiais e com as duas atrizes/cantoras que ali tinham atuado para nós. Regressámos à escola de coração cheio, com a certeza absoluta que é fundamental este encontro com a cultura também fora da escola. 


Mais informações sobre o espectáculo aqui!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Piu - O Teatro do Biombo veio à escola.

Um dos objetivos primordiais da escola é oferecer às criançaas experiências culturalmente ricas e variadas. A riqueza das experiências culturais que vivemos na infância, influenciam o interesse de cada um de forma avassaladora. O acesso à cultura é uma das nossas missões. Sem a cultura a escola não passa de um lugar vazio, sem sentido. É por este motivo que tentamos promover na creche, pelo menos uma vez por mês uma atividade/experiência cultural significativa. Na sexta-feira passada tivemos na escola o Teatro do Biombo. O Teatro do Biombo é uma associação cultural sem fins lucrativos, criada em 2010 por Joana Capucho (teatro) e Miguel Mata Pereira (psicólogo educacional) dedicada maioritariamente à primeira infância. O Teatro do Biombo é nosso parceiro já há muito tempo, não só pela sua diversidade como pela sua qualidade. Desta vez a peça que escolhemos foi o Piu. O Piu é um espectáculo baseado no livro infantil: Artur, de Oli. Para saberem mais sobre o livro é clicarem aqui e visitarem o meu blogue de livros infantis.

Sobre esta manhã maravilhosa só temos a acrescentar que foi um deleite ver esta peça, a expressão da atriz, a interação com os bebés e poder apreciar cada momento único. As fotos falam por si:


Até breve Teatro do Biombo. 

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Um concerto único e especial!

O João, pai do António E. (que já conhecemos de outras visitas) preparou-nos um momento único e especial. Depois de meses de preparação, combinações de datas e logísticas de grandes músicos, finalmente chegou o dia. O João Eleutério em conjunto com Rodrigo Leão, Selma Uamusse e Bruno Castro Silva vieram à nossa escola para o concerto mais incrível que poderíamos imaginar. Não temos palavras para agradecer a proximidade, a dedicação, o empenho e a magia que estes quatro músicos nos proporcionaram:

sábado, 14 de maio de 2016

Visita ao Museu do Oriente

Esta semana fomos ao Museu do Oriente. Por entre histórias de samurais, rainhas e princesas aprendemos mais sobre a cultura chinesa e japonesa, numa viagem fantástica sobre o Oriente. Chegámos à escola com mil e uma ideias sobre estes povos e quisemos logo fazer o registo.


Tão engraçado como eles fazem comparações com a nossa cultura, como se aprende sobre outras culturas, como se respeita a diferença e como se percebe mais sobre as nossas origens. Que rica foi esta visita de estudo! 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Vamos dar voz aos bonecos

Esta semana o João - pai do António E. veio à nossa sala explicar-nos como acontecem os desenhos animados. Havia muitas ideias pré-concebidas sobre este mundo que entra nas nossas casas através da caixinha (cada vez mais magra) mágica que é a televisão. Depois de percebermos que os desenhos animados não acontecem por magia e que não é só carregar no comando que os faz aparecer, fomos fazer uma das partes mais divertidas dos desenhos animados: dar voz aos desenhos. O João trazia muitos truques na manga para fazermos diferentes sons, um computador com um filme do Ruca sem som e um microfone mais uns aparelhos de som. Primeiro pudemos assistir aos desenhos mudos e percebemos que eles não têm assim tanta graça. Depois começámos a dar voz e som aos bonecos. Foi uma das manhãs mais divertidas de sempre. 


O resultado final é hilariante... e a verdade é que nós adorámos esta experiência. Obrigada João por nos proporcionar uma manhã tão divertida. 


segunda-feira, 2 de maio de 2016

City Tour

Como tínhamos planeado, aquando da realização da comunicação do projeto dos Monumentos, lá fomos nós conhecer melhor a nossa cidade, num City Tour por Lisboa. Eu e a Marta fomos fazendo a visita guiada. Passámos pelos monumentos mais característicos da cidade e ficámos a conhecer melhor Lisboa, que é tão bonita. 


Quando chegámos à escola fizemos o registo: 


Foi uma visita de estudo fantástica e este registo ficou perfeito!

sexta-feira, 18 de março de 2016

No Páteo Alfacinha fomos muito felizes!

Esta semana tivemos uma das mais fantásticas visitas de estudo de sempre. Fomos ao Páteo dos Pequeninos. E o que é isso do Páteo dos Pequeninos «O “Páteo dos Pequeninos” é um programa educativo do Páteo Alfacinha, direcionado para crianças. Este projeto tem como objetivo dar a conhecer as tradições da cidade, proporcionando vivências lúdicas e didáticas em espaços reveladores da identidade lisboeta.»

À chegada, esperava-nos uma breve sessão de cinema preparada com cenas selecionadas de alguns filmes portugueses. As várias personagens retratadas pelos atores de comédia portuguesa dos anos 30 a 50 transportaram-nos no tempo, criando o ambiente perfeito para as novas aprendizagens. Assim começou a viagem ao passado lisboeta.


No Páteo Alfacinha nada é descurado, desde a Rosa, a lavadeira que por ali anda e cumprimenta toda gente com os seus encantos, ao pão que é servido quente a meio da manhã, à pequena casa mobilada, ao coreto no meio do pátio, aos jogos de mesa que repousam no café.

No Páteo Alfacinha encontramos espaços de uma beleza única: a Capelinha de Santo António de Lisboa, a Sala dos Pregões, o Salão Nobre, o Jardim de Inverno, a Tasca, a Padaria, a Casa da Mariquinhas, a Mercearia, a Barbearia, a Horta, o Coreto, a Galeria de Arte, a Cervejaria e a Oficina de Azulejos, entre outros.

Foi no Jardim de Inverno que arregaçámos as mangas e mergulhámos no mundo da cerâmica. Que atelier maravilhoso. Logo que chegámos foi nos explicado de onde surge o barro. Que ele pode existir perto das nossas casas, que basta cavar bem fundo que provavelmente encontraremos barro. Não seria com esse que iríamos trabalhar hoje, mas não deixámos de poder observar como é esse barro tosco e de aspeto sujo que encontramos por aí. 


Com as mãos no barro, aprendemos algumas técnicas que nos permitiram fazer as mais variadas peças de cerâmica. No jardim de inverno houve silêncio e houve magia... as crianças estavam tão deslumbradas com todas as técnicas que aprendiam, tão envolvidas que consegui sentir a respiração de cada uma e a voz calma da nossa atelierista que nos cativou desde o primeiro segundo. 


Seguiu-se um momento para lavarmos as mãos e foi à moda antiga, entre sorrisos e pequenos saltinhos de euforia que tudo aconteceu!


Dali, partimos para o páteo, onde nos esperavam as outras turmas com pão quente. Cada grupo tivera uma experiência rica como a nossa. A Sala da Carmo fez o pão na padaria, a Sala da Marta perdeu-se no mundo mágico da fotografia e o 1º Ciclo divertiu-se com as danças tradicionais portuguesas. 


Depois da pausa para o lanche os grupos voltaram a dividir-se e nós ficámos no páteo. Num maravilhoso espaço para brincadeiras tradicionais. As fotografias falam por si!


A nossa visita terminou na sala dos pregões, onde a Rosa Lavadeira fez um pequeno teatro para nós e em jeito dramatizado lavou roupa, estendeu, falou-nos sobre o seu casamento que está à porta, dançou, cantou e encantou!


Saímos do Páteo Alfacinha de coração cheio e carregadas de amor, vivências, cultura e muitas obras em barro que em breve todos levarão para casa. Saímos com vontade de regressar... afinal todos os ateliers são o máximo e ainda ficou muito por explorar. Uma visita de estudo inesquecível!

sábado, 5 de março de 2016

Os Açores no Continente

A mãe da Matilde esteve uns dias nos Açores... de regresso trouxe a mala carregadinha de tradições e culturas desta terra. A sua primeira paragem foi a nossa sala. Não podíamos estar mais felizes! Assim que chegou contou-nos um pouco sobre a sua viagem. Depois começou a mostrar-nos o que trazia para vermos. 


Primeira partilha. Nos Açores há vulcões - a maior parte estão extintos -, e desses vulcões resultaram muitas pedras. São rochas vulcânicas que se formam por arrefecimento da lava. A Margarida trouxe-nos dois tipos de rocha - umas mais escuras e pesadas e outras bem leves. Estas pedras mais leves chamam-se pedra-pomes. Depois de observarmos bem a textura e cor destas pequenas rochas, a Margarida sugeriu que fizéssemos uma experiência. A experiência dos objetos que flutuam e não flutuam. A maior parte, lembrava-se que, da última vez que tínhamos feito esta experiência, as pedras não flutuavam. O que aconteceu a seguir foi mesmo interessante. Algumas pedras afundaram outras ficaram a flutuar. Percebemos então que as pedras-pomes são muito pouco densas e por isso flutuam. 


Depois da experiência, seguiu-se um delicioso momento em que nos deslumbrámos com a cor da areia da praia dos Açores. A Margarida explicou-nos que até chegarmos à praia há muitas pedrinhas escuras e depois a areia é preta, resultante das rochas vulcânicas dos Açores. Que bom que foi sentir um bocadinho das praias dos Açores nas nossas mãos. 


Seguiu-se um momento de degustação na nossa sala. A mãe da Matilde presenteou-nos com queijo da ilha, maracujá, anonas, bolo lêvedo e massa sovada! Nhammiiiiii... não podia ter sido melhor. Claro que nos deliciámos!


A visita terminou com um momento enternecedor. O momento em que a Margarida partilhou connosco a lenda da Lagoa das 7 Cidades. Ficámos extasiados com tamanha história de amor e também ficámos a perceber o que é uma lenda. A história fez-se acompanhar de imagens da mais bonita da Lagoa dos Açores. 

Obrigada Margarida por esta manhã maravilhosa!