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sábado, 26 de maio de 2018

Da família para o grupo!

O Santiago adora carros e há uns dias, partilhou com os amigos uma pista que tem em casa e com a qual gosta de brincar. Depois de muito brincarmos com a pista decidimos construir uma para a nossa sala. Para nos ajudar a realizar esta proposta, escrevemos uma carta à mãe do Santiago para pedir ajuda. 
 

Com esta partilha do Santiago, a Sara e a Nádia pensaram nalgumas atividades que podíamos fazer com carros. Percebemos também que este interesse se estendia a outras crianças da sala. Fomos então ver que carros tínhamos na sala. Lavámos carros, desenhámos com carros e brincámos muito, enquanto aguardávamos por uma resposta à nossa carta. 


A resposta chegou e com ela vinha uma proposta para a construção da nossa pistas. A Tânia, mãe do Santiago viria à nossa sala ajudar-nos a construir a pista. Precisámos da ajuda do avô do Santiago, que mesmo não estando presente na escola, foi imprescindível o seu apoio, uma vez que foi ele que cortou a madeira onde se iria desenhar a pista. No dia combinado, recebemos a Tânia:


A Tânia combinou com todos como iríamos fazer a pista e assim passámos uma manha divertida. Agora estamos à espera que seque para podermos brincar sem poder mais. 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Como as fotografias se tornaram um projeto?

Tudo começou com uma brincadeira de faz-de-conta. Eu e a Sara comentávamos uma com  a outra como algumas crianças usavam diferentes objetos para fingir que tiravam fotografias. Às vezes com a máquina de brincar da área do faz-de-conta, às vezes com peças de lego ou outros brinquedos da sala. A Sara ficou a pensar naquela conversa e logo propôs: "Então e se fizéssemos um projeto sobre fotografia?" Daí a tudo o que se seguiu foi um salto. O ponto de partida estava lançado:


Uns dias depois a Sara trouxe para a sala várias imagens de máquina fotográficas diferentes que pudemos explorar das mais variadas formas. 


Logo depois mostrámos-lhes várias máquinas fotográficas diferentes que tínhamos trazido. Instantâneas, antigas, recentes, digitais, analógicas, etc. A exploração foi grande: 


Usámos as mais diversas formas de fotografar e depois observámos as fotografias que tirámos:


Também brincámos com rolos de máquina fotográfica:


Depois de todas as experiências, fomos experimentar tirar fotografias com uma máquina fotográfica digital: um a um lá foram disparando a máquina e focando o que mais queriam.


Foram momentos deliciosos e partilhados pelo grupo. 

Passámos então à fase seguinte deste projeto. Eu imprimi as fotos que as crianças tiraram e em pequenos grupos fizemos a leitura das imagens fotografadas. 


O resultado ficou exposto à porta da nossa sala. Tão interessante este culminar com a construção dialógica do que fizemos. 

quarta-feira, 28 de março de 2018

Projeto dos Cavalos

O Miguel gosta muito de cavalos e, de vez em quando, vai com os avós, ver os cavalos depois de sair da escola. No dia seguinte costuma regressar com muitas novidades: "Miguel viu cavalo!" "Cavalo cocó grande". Às vezes o Miguel traz para a escola alguns cavalos de brincar e gosta de partilhar com os amigos brincadeiras às quais juntam os cavalos da caixa dos animais. A avó do Miguel partilhou connosco fotografias das idas aos Cavalos. E foi assim que o interesse do Miguel passou a ser um interesse do grupo e surgiu o projeto dos cavalos. Fomos buscar livros à biblioteca da escola, descobrimos coisas interessantes sobre cavalos, fizemos o registo e comunicámos as descobertas à sala. Tão bom!


quarta-feira, 7 de março de 2018


Há uns dias trouxe para a sala o livro "Da cabeça aos pés" do Eric Carle como ponto de partida para falarmos sobre as partes do corpo humano. Partindo deste livro descobrimos diferentes partes do corpo e brincámos com posturas corporais tal como livro sugere. O livro é simplesmente maravilhoso, com umas ilustrações geniais como o Eric Carle já nos habituou. «Sou um pinguim e viro a minha cabeça. E tu, consegues fazer assim? Eu, sim.» Os animais mexem os seus corpos de formas muito diferentes - tal como os humanos. Podemos observar os gorilas, os camelos e outros animais a bater no peito, a dobrar os joelhos, a arquear as costas e até a curvar o pescoço… Porém, o mais divertido é se o leitor responder ao desafio deste livro, juntando-se e imitando o pinguim, a girafa o búfalo e outros mais. Da cabeça até à ponta dos pés, irá certamente retorcer-se, balançar-se e rir à gargalhada, à medida que os for tentando acompanhar!  E foi mesmo isso que aconteceu. Lemos e fizemos tudo o que livro dizia e rimos a cada página virada ao mesmo tempo que aprendíamos as diferentes partes do corpo.


Partindo da história fomos fazer uma silhueta do corpo humano que depois decorámos com pequenos pedaços de tecido. 


Aquele grande corpo foi tomando forma e com a ajuda de todos fomos relembrando as diferentes partes do corpo que tínhamos aprendido no livro e outras que já sabíamos. 


No fim, demos-lhe um rosto e foi assim que juntos identificámos as diferentes partes do corpo que já conhecemos.




A Sara (a estagiária que está agora na nossa sala) lembrou-se de fazer um puzzle gigante com as algumas partes do corpo para podermos consolidar as nossas descobertas. 


O jogo ficou na nossa sala e, de vez em quando, gostamos de o jogar. É uma forma muito divertida de brincar e aprender.


Nas paredes da sala ganhámos um novo cartaz que nos ajuda a lembrar as partes do corpo que conhecemos. 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

As lontras

Há umas semanas o Pedro trouxe uma notícia que partilhou com os amigos de manhã. O Pedro tinha ido ao Ocenário e tinha visto lontras. Trazia um cartaz com fotografias de lontras e uma breve explicação. Na sala começaram mais crianças a dizer que já tinham visto lontras. Alguns diziam que eram focas. Seriam focas? Fui à biblioteca da escola buscar uns livros para vermos juntos. 


Começaram então as primeira leituras sobre as lontras. A curiosidade ia aumentado... assim como o interesse por este simpático animal. 


Decidimos então fazer um cartaz com as nossas descobertas. 


Começou uma intensa produção na sala. Todo o processo foi muito vivido pelas crianças, desde a pintura do cartaz até à colagem das fotografias. Fomos descobrindo várias curiosidades sobre as lontras, que quisemos colar no cartaz. 


Pintámos uma lontra de tamanho real que utilizámos para ilustrar o nosso primeiro projeto. 


Depois chegou o grande dia. Convidámos a sala da Marta Reis e comunicámos o nosso projeto sobre as lontras. Todas as nossas descobertas e todo o nosso entusiasmo foi passado neste momento formal de comunicação. A primeira comunicação em grupo. Que orgulho!